"Vencer a si próprio é a maior das vitórias." Platão, filósofo grego, autor de A República (428-347 a. C.)

09 setembro 2006

Palestra Gratuíta



Palestra Gratuita


As psicólogas Carmen Doris Reichelt e Alexandra Bello Guse realizarão palestra sobre o Medo de Dirigir, destinada a pessoas que desejam superar os sintomas de ansiedade no trânsito. O evento será dia 18 de setembro, às 15h, na AGEA, Associação Gaúcha dos Economiários Aposentados (Andradas 943, 12º. andar). A entrada será um quilo de alimento não perecível a ser doado a uma instituição beneficente.
Vagas limitadas, mais informações e inscrições pelo fone (51) 3228-6382


Dicas para Vencer o Medo de Dirigir

Não corra.
A ansiedade pode aumentar durante o percurso.

Alimente-se normalmente.
Longos períodos sem comer causam descargas de adrenalina para manter o nível de açúcar no sangue e isso agrava a ansiedade.

Consciência do momento, não antecipe.
Nada de ruim está prestes a acontecer.
Achar que está tendo alguma premonição é a pior armadilha de quem tem medo.

Redirecione seus pensamentos.
Não fique concentrado nos seus pensamentos catastroficos.

Planeje seus roteiros.

Não beba para relaxar.
O álcool traz efeitos colaterais como alteração de comportamento, sonolência e gastrite.

Não use medicações sem a recomendação de um médico.

Relaxe quando sentir que a ansiedade aumentou.
Corpo tenso faz com que você alterare as sensações corporais e respostas motoras.
Encoste o carro e procure relaxar no assento: realize a respiração diafragmática.
Ponha as mãos sobre o abdômen e respire lentamente, segurando o ar por alguns segundos.

Conheça seu carro.
Aprenda sobre o funcionamento dele e os sons mais comuns quando está ligado.

Mantenha constância nos seus enfrentamentos.

Tenha uma boa saída de carro!

21 agosto 2006

Oficina: Mecânica para Amadores (ULBRA)


Oficina

Mecânica para Amadores

(ULBRA)



Canoas, 16 de agosto de 2006.

No dia 16 de agosto às 15:00 h aconteceu na ULBRA de Canoas a segunda edição da “Oficina: Mecânica para Amadores”, coordenada pelo
professor Luiz Carlos Guertz, engenheiro mecânico com titulação acadêmica de doutorado, responsável pelo Laboratório Automotivo desta universidade.


As alunas do Programa Integrado de Manejo de Ansiedade no Trânsito, coordenado pela neuropsicóloga Carmen Doris Reichelt e acompanhado pela psicóloga Alexandra Bello Guse, estavam presentes e trabalhando para vencer o medo de dirigir. Esta participação vem a somar na resolução da ansiedade no trânsito. Segundo avaliação do grupo, a atividade aumentou a segurança para dirigir, pois estes esclarecimentos ampliaram o conhecimento sobre a máquina, repercutindo no controle sobre as ações e decisões ao volante.


Cabe informar, que a aluna Rose, em processo final do programa “Vença o Medo de Dirigir”, ocupou definitivamente o seu lugar como motorista, dirigindo por todo o percurso, desde a Zona Sul, com uma pequena parada no Shopping Bourbon, onde o grupo reuniu-se, para então sair em direção a ULBRA de Canoas. Na volta, havia trânsito lento e engarrafado, pois acontecia naquele dia jogo no Internacional, assim Rose viveu várias situações ao volante, sempre sem estress! Foi realmente uma “formatura”, na medida em que pode confirmar que os níveis de ansiedade estavam absolutamente ajustados. Também Kátia conduziu seu carro até o Shopping Bourbon e depois novamente no retorno para casa, igualmente tranqüila, a despeito do engarrafamento existente no período daquela noite.



Loboratório Automotivo da ULBRA


Rose voltando de Canoas em direção a Porto Alegre


Dr. Luiz Carlos Guertz



Estamos todos muito felizes com os resultados obtidos!!!

14 agosto 2006













Alto índice de resolução.

Pois, "só não consegue quem desiste", frase é de uma ex-aluna, que atingiu seu objetivo de independência e tranqüilidade para dirigir.

Este desempenho no tratamento está ancorado no tipo de abordagem e na experiência da equipe.

São 7 anos trabalhando com a linha cognitivo-compotamental, com método e técnica específica para a resolução da ansiedade no trânsito.


Material da Imprensa sobre como

VENCER O MEDO DE DIRIGIR

Jornal do Comércio – PA – Viver – fim-de-semana, 15, 16 e 17 de junho de 2001

Comportamento no Trânsito

O medo de dirigir tem cura


Dona Iolanda (nome fictício) morre de medo de dirigir. Como a urgência de seus compromissos depende do automóvel, ela convidou o filho, menor de idade, para ser seu motorista. Acabou transgredindo várias leis do trânsito. A situação de Dona Vera é ainda pior: começava a tremer assim que chegava perto do carro. Então resolveu entregar a direção de seu carro para um parente, que cultivava o habito de “tomar umas e outras” e ainda sofria de “pavio curto”.
Para ajudar quem sofre destes distúrbios, a psicóloga Carmen Doris Joseph Reichelt criou o workshop “Vencendo o Medo de Dirigir”.

Ela diz que a fobia é “um medo persistente e excessivo de um lugar, objeto ou situação, que de fato não é perigoso”. Este medo provoca um comportamento de constante evitação de lugares, objetos ou situações, mesmo quando o paciente reconhece que não há fundamento em preocupação.

Carmen Reichelt explica que o pensamento negativo pode levar à ansiedade fóbica , que varia de intensidade: de leve, ao pânico. Entre os sintomas físicos , aparecem palpitações, tonturas, sudorese e tremores. Entre os comportamentais, esquiva, fuga ou congelamento; emoções como o medo, raiva e depressão. E há os pensamentos catastróficos do tipo: “vou sofrer um acidente”, “vou perder o controle”, ou “vou enlouquecer”, além da perda da confiança, diminuição da auto-estima e dependência em relação a outras pessoas.

O medo de dirigir, claro, também pode estar ligado à trajetória de vida de cada pessoa (superproteção de família, repressão paterna, exigência de não poder falhar, acidentes de carro ...). Mas aí, há uma diferença entre o que se denomina stress Pós-Traumático e Fobia.


Pânico no exame final

O depoimento da relações públicas Marina, 30 anos é revelador: “Acho que fiz pelo menos umas 25 aulas de direção, com dois instrutores muito legais (leia-se pacenciosos). E me saia bem nos pontos mais complicados, como fazer as balizas e arrancar nas lombas. Também gabaritei a prova teórica de 30 questões, algumas bem no estilo pega-ratão. Mas a coisa complicou no exame final. Nos dois que fiz simplesmente bateu o pavor, quando aqueles caras, totalmente desconhecidos sentaram ao meu lado. Não sei se todos os avaliadores são assim, mas os dois que me acompanharam não fizeram questão de demonstrar um mínimo de compreensão. Bailei nos dois exames. No primeiro porque não consegui controlar a tremedeira; no segundo, um pouco mais tranqüila, porque esqueci de dar dois sinais de pisca ... Então desisti. Um dos motivos foi financeiro, porque vai uma boa grana nesta função de pagar aulas. O outro foi por indignação, agente roda por esquecer de dar um pisca e, nas ruas, 90% dos motoristas ignoram completamente o uso deste equipamento.

Carmen Doris Reichelt diz como a pessoa pode controlar seu medo.

A terapia cognitivo comportamental, conforme diz a psicóloga Carmen Doris Reichelt, utiliza diferentes estratégias para tratar a evitação e a recuperação dos déficits que impedem a pessoa de dirigir.

Uma dica é o enfrentamento. “No primeiro dia, a pessoa deve apenas entrar e sair da garagem, dias depois arrisca mais um pouco e dá uma volta na quadra, para aqueles ainda não possuem carteira de habilitação a orientação que as saídas sejam feitas sempre acompanhadas de um instrutor credenciado pelo DETRAN”, sugere.

Para os que estão ao redor, ela recomenda que valorizem cada conquista, incentivando o desenvolvimento da auto-estima na pessoa.

Outra saída está relacionada ao controle dos níveis de ansiedade. Os fatores que provocam a ativação do sistema nervoso (adrenalina) não duram mais do que dois ou três minutos, mas impedem qualquer clareza de idéias. Para recuperar ou nem perder o controle, entram os processos de relaxamento, alongamento e controle da respiração. “Muitas pessoas dizem que estão sem ar, quando na verdade estão cheias de ar”, diz. Para evitar a hiperventilação, conte cada movimento de respiração (expiração e inspiração) por um minuto. Monitorando a respiração regularmente é possível determinar quando os episódios de hiperventilação ocorrem, se são eventuais ou não. A técnica da respiração lenta pode ser feita no primeiro sinal de ansiedade ou pânico, ou antes de enfrentar uma situação difícil. Uma dica: imediatamente prenda a respiração e conte até 10, quando terminar a contagem coloque o ar para fora. Inspire e expire lentamente, num ciclo de três segundos cada. Isto produzirá uma atividade respiratória de 10 respirações ( expiração e inspiração) por minuto. Diga a você mesma a palavra “relaxe” toda a vez que terminar de esvaziar os pulmões.


Hélio Barcellos Jr.


Matéria do Jornal da Zona Sul

12 agosto 2006

Vencendo o Medo de Dirigir


Psicóloga Alexandra Bello Guse e uma cliente vencendo o medo de dirigir.


A Terapia Cognitivo Comportamental utiliza diferentes estratégias para tratar tanto a evitação fóbica, o controle dos sintomas fisiológicos, correção das disfunções cognitivas associadas, e recuperação dos déficits pra dirigir automotores por conseqüência do medo.

Os tratamentos são breves: 4 a 6 meses, dependendo da adesão do paciente, da qualidade da relação terapêutica e da habilidade do terapeuta em propor situações que sejam enfrentadas de forma exitosa, particularmente no início do tratamento. É importante por ocasião da alta fazer uma revisão da lista hierárquica de situações ou objetos evitados, e revisar se ainda evocam algum grau de ansiedade. Estimular o paciente a que continue seus enfrentamentos, já que existem possibilidades de recaídas. Para tanto é fundamental que identifique sinais iniciais de alguma forma de esquiva, identifique as falsas justificativas para tais comportamentos e não se deixe dominar por tais medos.

O tratamento transforma a ação de dirigir numa habilidade reconstruída,

o
carro passa a ser "um parceiro" que ajuda a conquistar novos objetivos.


Mais do que um esquecimento do medo de dirigir, o que ocorre é uma
aquisição de nova memória e conhecimento:

o cérebro aprende o "não-medo" e

desenvolve o aprendizado da habilidade para dirigir.



DEPOIMENTOS

Alguns relatos realizados ao final do processo de superação do medo, conquistando novos objetivos:



"... Podemos viver sem carro, sem dirigir, mas não é possível viver com o medo, ele nos destrói."

"... Acredito que outro fator determinante para o progresso foi o tempo, no sentido de me dar tempo! Eu não sabia do quanto precisaria, e não adiantava forçar. Hoje, eu olho para trás e tem coisas que não entendo mais como aconteciam na minha cabeça."

"... Nunca vou entender como pude ter tanto medo sem motivos e que um tratamento pudesse me recuperar. Sou muito grata."

"... A sensação de não ter medo só me dei conta depois que já tinha descido do carro. Foi maravilhoso, tudo correu muito bem, e pensei: se fosse em outra época, eu jamais teria feito isso, imagina, ainda mais com um desconhecido dentro do carro. Mas... como agora não preciso mais sentir isto, foi tudo bem. Inclusive, depois que descemos o vendedor falou assim: Puxa, e você nem estava nervosa com teu marido e eu juntos, se fosse a minha esposa, estaria super nervosa. E eu só pensei: Pois é, eu me tratei para isto!!!"



Curiosidades sobre CARROS E MOTORISTAS

OFICINA MECÂNICA PARA AMADORES

Treinamento Individual ou em Grupos

José Leonardo Reichelt

Engenheiro Mecânico
Mestrado em Engenharia de Energia e Meio Ambiente
Especialização em Gestão Empresarial.

Treinamento e informações sobre manutenção de automóveis da linha leve, a álcool, gasolina, flex ou GNV, a todos os interessados, sejam proprietários, motoristas, mecânicos de final de semana ou mesmo profissionais.

Pink Ladies é cooperativa de táxi servida somente por motoristas mulheres

Londres não é esse oásis de segurança nas ruas como se imagina. Dados existentes confirmam que cerca de 10 mulheres são atacadas por mês em táxis não licenciados. A Pink Ladies criou o primeiro serviço de carros com motorista servido somente por mulheres que dirigem carros Renault de cor rosa, por dentro e por fora, o que as torna bem visíveis. Se pode chamar uma Pink Lady por telefone e os clientes são todos cadastrados. Se pode pagar com cartão de crédito ou com uma Pink Account, conta paga mensalmente. As motoristas são todas treinadas em auto-defesa e esperam sempre que a cliente entre no lugar de destino, o chamado “through the door policy”.

O telefone das Pink Ladies em Londres é: 0845-450 PINK (0845-4507465)

Disponível em http://londonbits.com.br/2007/08/11/pink-ladies-e-cooperativa-de-taxi-servida-somente-por-motoristas-mulheres/


Curiosidades:

A história do automóvel


Conhecer aquele que é um companheiro de todas as horas, o carro, é fundamental para estabelecer um bom relacionamento e aproximação proveitosa.

Assim, destacamos um material com importantes referências sobre este assunto do site

http://www.solbrilhando.com.br/_Automoveis/Historia.htm



FARDIER DE CUGNOT (1771)


Precursor do automóvel, este modelo, foi criado pelo militar francês Nicolas Joseph Cugnot em 1771. Era movido a vapor, com dois cilindros verticais, 62.000 cm3 de cilindrada e chegava aos 4 km/h. Consta que sofreu o primeiro acidente da história do automóvel, ao se chocar com o muro do quartel onde Cugnot servia como engenheiro militar. Este modelo (original) pertence ao Museé National des Techniques, de Paris.

THREVITHICK'S LONDON STEAM CARRIAGE (1803)

Se você houvir alguém afirmando que os primeiros carros eram carruagens com motor, acredite. Pelo menos esta é a conclusão que pode-se chegar observando este veículo fabricado em 1803. Seu motor era a vapor, com um cilindro horizontal. Tinha 11.700 cm3, 3 cv. de potência e chegava aos 13 km/h. Foi desenvolvido por Richard Threvithick da Inglaterra e hoje pertence ao colecionador inglês Tom Brogden.


DE DION-BOUTON-TRÉPARDOUX "DOG CART" (1885)

Construído em 1885 pelo trio francês Albert de Dion, Charles-Armand Trépardoux e Gerge Bouton. Tinha tração nas rodas dianteiras e direcionais nas traseiras. Utilizava dois motores a vapor, gerando 5 cv. e 760 cm3 de cilindrada, atingindo os 40 km/h. Hoje, pertence ao Museé Automobile de La Sarthe, na França.


BENZ (1886)

O triciclo de Carl Benz é considerado o primeiro automóvel da história. Criado em 1886 na Alemanha, tinha um motor monocilíndrico horizontal de 580 cm3 e 0,7 cv. de potência. Considerado uma verdadeira obra-prima da engenharia no final do século passado, este modelo original pertence ao Museu da Mercedez-Benz, na Alemanha.

VICTORIA DAIMLER (1886)

Na mesma época em que Benz criava seu triciclo, Gottlieb Daimler também trabalhava na criação de um automóvel, o Victoria, estando a pouco mais de 100 km de distância de distância de Benz. Tinha motor de um cilindro vertical, com 462 cm3 e 1,1 cv. Nunca se conheceram, e a Daimler só se juntou à Benz depois de suas mortes (depois da junção a empresa se chamou Mercedez-Benz). O modelo, também original, pertence ao Museu da Mercedez, na Alemanha.

SLM (1886)

Este triciclo a vapor, foi obra do inglês Charles Brown em 1886, que trabalhava na SLM da Suiça. Um fato curioso deste triciclo é que o motor era movido a vapor por petróleo. Tinha dois cilindros verticais, 2 cv. de potência e chegava aos 10 km/h. É propriedade do Technorama Winterfhur da Suiça.

OMNIBUS SCOTTE (1892)

O ônibus a vapor, da empresa Scotte francesa, lançado em 1892, com tamanho sucesso dois anos mais tarde participou da prova Paris-Rouen. Com motor dianteiro e tração traseira, utilizava dois cilindros verticais, 1.986 cm3 e chegava aos 12 km/h. Pertence ao Museé Henri Malarte, da França.

PEUGEOT T4 "BET DE TUNIS" (1892)

Entusiasmado com as invenções de Daimler e Benz, Armand Peugeot resolveu também construir seu veículo. O Type 4, usava motor fornecido pela Daimler, V2 de 1.018 cm3, que levava o carrinho aos 25 km/h. Este acordo terminou três anos depois quando Daimler e Peugeot se desentenderam. Pertence aos Museé Peugeot, na França.

ELEKTROMOBIL LONNER-PORSCHE (1900)

Em 1900, a genialidade de Ferdinand Posche começa a se manifestar. O Encarroçador Ludwig Lohner fornecia viaturas oficiais para a corte austríaca, quando conheceum um jovem de 24 anos, chamado Ferdinand Posche, e resolveram criar um carro elétrico. Usava dois motores elétricos, incorporados às rodas dianteiras, de 2,5 cv. e autonomia de 3 horas. A velocidade oscilava entre 17 e 50 km/h. Trinta anos depois Porsche criaria o Volkswagem. Este raríssimo modelo pertence ao Technises Museum, da Áustria.

ROLLS-ROYCE (1904)

Foram produzidas 16 unidades entre 1904 e 1907. Criado por dois aristocratas ingleses, Frederick Henry Royce e Charles Stewart Rolls. Tinha motor de dois cilindros, 1.809 cm3, 10 cv. e chegava aos 60 km/h. Royce desenvolvia os carros e Rolls, bem relacionado, tratava de vendê-los. Faz parte da coleção da Rolls- Royce.

HELICA (1919)

Movido por uma hélice, foi criado pelo francês Marcel Leyat. Misto de avião e automóvel, teve 30 unidades construídas entre 1919 e 1925. Utilizava muitos conceitos aeronáuticos, usava motor de dois cilindros horizontais, com 8 cv. de potência e chegava aos espantosos 100 km/h de velocidade, mas durante uma prova no circuito de Monthléry chegou a mais espantosos ainda a 170 km/h. Pertence a uma coleção particular na França.




O carro tem sido objeto de desejo pela sua representação de autonomia e desenvolvimento.

Citamos alguns colegas que tem desenvolvido importante contribuição para a superação do medo de dirigir.

http://www.apoioamulher.com.br

http://www.ceciliabellina.com.br

http://www.cwb.matrix.com.br/cpemedos/quem_somos.htm

http://www.lifepsicologia.com.br/lifepsicologia/artigos/medo_dirigir.asp

http://www.riototal.com.br/feliz-idade/psicologia06.htm

http://www.semmedodedirigir.com.br

http://www.vencendomedodedirigir.com.br

Programa Integrado Vença o Medo de Dirigir







Programa Integrado


Vença o Medo de Dirigir


TREINAMENTO PARA PESSOAS HABILITADAS COM DIFICULDADE EM DIRIGIR

O programa integrado de manejo de ansiedade no trânsito oferece a reconstrução da identidade, bem como da auto-estima, através de uma abordagem cognitiva comportamental. O manejo da ansiedade é trabalhado através da revisão das cognições disfuncionais, dos exercícios das habilidades neuropsicológicas implicadas na ação de dirigir e dos enfrentamentos, com exposições graduais.

O aluno terá o acompanhamento semanal de uma psicóloga tanto para as atividades de planejamento como nas saídas de carro.

O programa tem a duração aproximada de 5 meses: inicialmente serão realizadas entrevistas individuais com a neuropsicóloga, e posteriormente técnicas grupais, sempre associadas ao acompanhamento individual nas saídas de carro.



TREINAMENTO EMOCIONAL PARA A ALTA ANSIEDADE FRENTE AO EXAME DA CARTA DE MOTORISTA

O tratamento cognitivo comportamental auxilia na tranquilidade para prestar o exame da carteira de habilitação.

Técnicas Complementares da Acupuntura reduzem a ansiedade.


Quem são as pessoas que apresentam alta ansiedade frente ao exame:

São perfeccionistas.

Apresentam alta ansiedade relativa ao desempenho. Experimentam embaraço na presença do examinador e temem que outros os considerem ansiosas, incompetentes, "malucas" ou estúpidas caso não sejam aprovadas no exame.

Por medo de fracassar, deixam de fazer novas tentativas de exame.

Pela alta ansiedade vêm-se prejudicadas durante o exame na percepção, na habilidade espacial, no raciocínio lógico, na memória e na atenção.

Experimentam os seguintes sintomas de ansiedade frente ao exame:

palpitações,
tremores,
sudorese,
desconforto gastrintestinal,
diarréia,
tensão muscular,
rubor facial,
confusão mental.


Dicas para a vencer alta ansiedade frente ao exame

A ansiedade pode ser reduzida através de uma avaliação realística sobre o perigo, o que aumenta o repertório de soluções e a confiança na capacidade para lidar com ameaças.

Práticas de relaxamento antes e depois de situações estressoras podem aliviar significativamente a experiência da ansiedade negativa. Indica-se respiração controlada e relaxamento muscular progressivo.

Mantenha consciência do momento, não antecipe.

Outra atitude importante é dominar a evitação, aprendendo a abordar de forma bem sucedida as situações evitadas por ansiedade.

Treine, treine e treine, transforme o conhecimento sobre a ação de dirigir em uma atividade inscrita na memória procedural, ou seja, automatize os mecanismos para dirigir.

Aprenda a ajustar de forma equilibrada a questão do tempo necessário para desenvolver o conhecimento esperado para o exame.

Reavalie a importância do desempenho frente a um exame em relação ao significado da própria identidade. Você é mais do que um exame. Ele poderá ser feito quantas vezes forem necessárias.


Persista em seus objetivos!



"Só não consegue quem desiste!"


Frase é de uma ex-aluna, que atingiu seu objetivo de independência e tranqüilidade para dirigir. Este desempenho no tratamento está ancorado no tipo de abordagem e na experiência.

São 7 anos trabalhando com a linha cognitivo-compotamental, com método e técnica específica para a resolução da ansiedade no trânsito.


OFICINA MECÂNICA PARA AMADORES

Treinamento Individual ou em Grupos

José Leonardo Reichelt

Engenheiro Mecânico
Mestrado em Engenharia de Energia e Meio Ambiente
Especialização em Gestão Empresarial.

Treinamento e informações sobre manutenção de automóveis da linha leve, a álcool, gasolina, flex ou GNV, a todos os interessados, sejam proprietários, motoristas, mecânicos de final de semana ou mesmo profissionais.

Carmen Doris Joseph Reichelt
Psicóloga
Especialização em Neuropsicologia e Acupuntura


Estamos a tua disposição para maiores informações.


Persista em seus objetivos!


VENÇA O MEDO DE DIRIGIR


Andradas 1234, conj. 1601 POA - RS

neurocarmen@gmail.com



fone: (51) 3228 63 82